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Jambalaya, mistura de sabores e paixões no Mesa de San Miguel

san miguel 1Prepare-se! O próximo jantar no antirrestaurante Mesa de San Miguel vai ser de pegar fogo! Nossos intrépidos cozinheiros embarcam na culinária típica de Nova Orleans e trazem aos convivas a comida créole, cajun, típica do Mississipi, intensa e apaixonada como a vida e a mesa devem ser. Tudo isso embalado pela música ao vivo de Ale Ravanello

É no sábado, dia 17 de maio, pontualmente às 20h30min. São apenas 14 lugares. Garanta o seu!
 
Como não é um restaurante comercial, e sim um antirrestaurante, o Mesa de San Miguel não divulga seu endereço. A casa está em Porto Alegre, a caminho da Zona Sul, e seu endereço e indicações de como chegar são revelados para os que reservam e fazem o depósito bancário, confirmando a inscrição. Os encontros reúnem de 10 a 14 comensais que, nesta edição, pagam R$ 180 para participar. 

san miguel 2Reservas EXCLUSIVAMENTE pelo e-mail: sanmiguelmesa@outlook.com

A cada edição, é oferecido um menu completo com brinde de boas vindas além do encontro com gente querida e muita cultura. Cada conviva pode levar sua bebida. Alguns vinhos são vendidos na casa, informe-se. No mais, não há cobrança extra, nem de serviço, nem de rolha ou de água. 

Junte seus amigos, família, amores, venha sozinho, mas venha e delicie-se!

O menu créole traz:
Para beliscar: Pão da Aline e três tipos de manteiga temperada (tudo feito na casa), com brindes de Cave Geisse
Entrada: Salada César
Estrela da noite: Jambalaya
Sobremesas: Chuvisco, Diplomata, Pudim de claras e Pannacotta de iogurte com compota de frutas secas.

san miguel 3Definitivamente, não é a lourice gelada de Catherine Deneuve que tem algo a ver com o Jambalaya e sim a paixão cega, intempestiva e desordenada que Jean-Paul Belmondo nutria por ela. Estamos falando do filme Sereia do Mississipi, de François Truffaut,  pois que o Jambalaya é um prato da região de Nova Orleans, cozinha do gênero créole – cajun, embalada pelo jazz e fruto das etnias que para ali migraram: antes de todos, os franceses, mas depois os pretos (que lhe dão o sabor maior, mais intenso e mais gostoso), também os espanhóis, os italianos e os alemães, pois que todos meteram sua colher na criação desse prato que significa mistura. Ele é próprio espírito de Nova Orleans. Cheira ao tórrido, suado e demencial Um Bonde Chamado Desejo, de Tenesse Williams, que fez Marlon Brando lamber os dedos, mas também aMississipi em Chamas! Ou seja, inclui a fúria cega, intolerante, destruidora e incendiária da Ku-Klux-Klan. 

Enfim, um prato cheio de contradições, arredondamentos e picâncias, composto assim: um arroz que envolve camarões (os pistola e os nem tanto), galinha caipira e linguiças especiais, cebolas e aipo. É aromatizado e temperado pelo cajun, uma combinação de santas especiarias entre as quais se sobressai a páprica, envolvendo t udo numa atmosfera provocantemente defumada. Créole é o nome que os franceses dão a quaisquer brancos (europeus) nascidos em países coloniais (simplifiquemos) e a vários tipos de mestiçagem de línguas européias com as das populações destes países coloniais.  Cajun era o nome que os índios americanos do sul dos Estados Unidos de hoje deram aos franceses que ali se estabeleceram e que denominaram aquela região de Louisiana (terra de Louis, rei da França). Estes franceses vieram da Acádia (os acadianos), uma antiga e efêmera colônia francesa do atual Canadá, de onde eles haviam sido expulsos pelos ingleses. Ali eles fundaram Nova Orleans (em homenagem ao Duque de Orleans) e logo foram dominados pelos espanhóis; e depois, bem depois, pelos americanos.

 
san miguel 5Jambalaya no Mesa de San Miguel
Sábado, 17 de maio
20h30min
R$ 180 por pessoa
RESERVAS EXCLUSIVAMENTE PELO E-MAIL: 
sanmiguelmesa@outlook.com
 

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